23 junho 2010

Encontro Nacional da GSA com os Vendedores

Ana Julia com 4 aninhos





Aniversário de Ana Julia

Ana Julia,Neta querida do meu coração, amo-te muito, e estou  felicíssima
com o dia de hoje, seu aniversário, que para mim é uma data
maravilhosa e inesquecível.
Parabéns, felicidades e muitos anos de vida para você minha neta.
Um anjo lindo que chegou para enfeitar de paz a minha vida.
Na realidade você é a luz da nossa família, obrigada por tudo.
Por ser assim, esse ponto de referência e esse grande amparo
de carinho, amor e esperança, Deus lhe abenções demais.
Aliás, não só hoje, seu dia, mas a cada amanhecer que a vida
trouxer-lhe de presente.
Perceba através dessas palavras, os maiores votos de amor e
realizações que a sua avó puder expressar.
Um beijo no seu coração e jamais se esqueça que te amo muito e quero bem.
Parabéns minha neta, feliz aniversário.a Julia

15 junho 2010

UM CASO INTERESSANTE



Na cidade de Uberlândia, Minas Gerais, a televisão mostrava uma criança singular.
Portador de enfermidade degenerativa, estava no leito há mais de 10 anos, paralisado, na mesma posição.
O apresentador lhe fez a última pergunta para encerrar o programa.
Pediu-lhe que, em um minuto, o garoto definisse o que é a felicidade.
A criança sorriu, pensou um pouco, e respondeu com simpatia:
“Olha, amigo, para mim, que estou há tantos anos deitado de costas nesta cama, sem outro movimento
a não ser o dos lábios e dos olhos, a felicidade seria poder deitar um pouco de bruços ou então de lado.”
Ambos riram e a entrevista foi encerrada.
No dia seguinte a criança paralítica recebeu a visita de uma senhora, na casa onde estava hospedado.
Ela estava um tanto inquieta, desejava falar-lhe com certa urgência, antes que ela se fosse da cidade,
pois não residia em Uberlândia.
Convidada pelos anfitriões, a senhora acercou-se da cama móvel da criança e disse emocionada:
Eu assisti ontem a sua entrevista na TV, e gostaria de lhe dizer que você me fez ver a vida de forma diferente.
Estava já há algum tempo, enfrentando séria crise existencial...
Tenho uma vida que considero dentro dos padrões de normalidade.
Sou saudável e tenho uma situação financeira satisfatória, mas nos últimos tempos viver não estava fazendo mais sentido.
Embora aparentemente tenha tudo para ser feliz, vinha desejando por um fim nessa vida vazia que levo.
Mas quando vi você nessa cama, viajando pelo Brasil afora levando esperança e consolo às pessoas que sofrem,
comecei a refletir com mais seriedade sobre a vida.
Afinal, pensei, eu posso dormir na posição que deseje, mover-me para o lado que quiser, andar, correr, saltar
e por esse motivo eu já deveria ser mais feliz que você, não é mesmo?
A criança dialogou com ela por mais alguns minutos, contou-lhe casos engraçados da sua própria desgraça
e ambos riram muito.
A senhora se foi, e a criança, carcereiro de um corpo deformado, ficou meditando a respeito de como Deus
é justo e misericordioso.
De como lhe havia concedido a oportunidade de, com o seu exemplo, confortar e consolar outras pessoas
que perderam a vontade de viver, e ao mesmo tempo, iluminar a própria intimidade com resignação e coragem.
Ela sentia, nas profundezas do seu ser, que estava recebendo conforme suas obras, como afirmara Jesus,
mas tinha a vontade férrea de espalhar sementes boas, apesar das dificuldades e limitações físicas.
Pense nisso!

Evangelize...


por que as pessoas sofrem ?

A netinha pergunta a vovó
- Vovó, por que as pessoas sofrem?
- Como é que é ?
- Por que as "pessoas grandes" vivem bravas, irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa ?
- Bem, minha filha, muitas vezes, porque elas foram ensinadas a viver assim.
(silêncio)
- Vó...
- Oi...
- Como é que as pessoas podem ser ensinadas a viver mal?
Não consigo entender.
- Por que elas não percebem que não foram ensinadas a serem infelizes, e não conseguem mudar o que as torna assim.
Você não está entendendo, não é, meu amor?
- Não, Vovó.
- Você lembra da historinha do Patinho Feio?
- Lembro.
- Então... o patinho se considerava feio porque era diferente de todo mundo.
Isso deixava-o muito infeliz e perturbado, tão infeliz que um dia ele resolveu ir embora e viver sozinho.
Só que o Lago que ele procurou para nadar tinha congelado, e estava muito frio.
Quando ele olhou para seu reflexo no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne.
E assim se juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.
(mais silêncio)
- O que isso tem a ver com a tristeza das pessoas?
- Bem, quando nascemos, somos separados de nossa "natureza-cisne".
Ficamos como patinhos, tentando caber no que os outros dizem que está certo e passamos muito tempo tentando
virar patos.
- É por isso que as pessoas grandes estão sempre irritadas?
- Isso! Viu como você é esperta?
- Então é só a gente perceber que somos cisnes que tudo dá certo?
(engasgou)
- O que foi vovó?
- Na verdade, minha filha, encontrar o nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim.
Você lembra o que o patinho precisava fazer para se enxergar?
- O que?
- Ele primeiro precisava parar de tentar ser um pato.
Isso significa parar de tentar ser quem a gente não é.
Depois, ele aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.
- Por isso ele passou muito frio, não é, vovó?
- Passou frio e ficou sozinho no inverno.
- É por isso que o papai anda tão sozinho e bravo?
- Como é, minha filha?
- Meu pai está sempre bravo, sempre quieto com a música e a televisão dele.
Outro dia ele estava chorando no banheiro... (emudeceu durante algum tempo).
Essas crianças...
- Vó, o papai é um cisne que pensa que é um pato?
- Todos nós somos, querida.
- Ele vai descobrir quem ele é de verdade?
- Vai, minha filha, vai.
Mas, quando estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até nós.
Temos que procurar ajuda até encontrarmos.
- E aí, viramos cisnes?
- Nós já somos cisnes.
Apenas não deixamos que o cisne venha para fora, e tenha espaço para viver.
(A menina deu um pulo da cadeira).
- Aonde você vai?
- Vou contar para o papai, o cisne bonito que ele é.
A boa vovó apenas sorriu!
Que um dia possamos descobrir o BELO CISNE que existe dentro de nós.
Que possamos evangelizar e mostrar que somos filhos amados de DEUS.
EVANGELIZE!!! Você tambem 

12 junho 2010

O cavalo e o burro


          
de  Monteiro Lobato

   O cavalo e o burro seguiam juntos para a cidade.  O cavalo contente da vida, folgando com uma carga de quatro arrobas apenas, e o burro — coitado!  gemendo sob o peso de oito.  Em certo ponto, o burro parou e disse:          — Não posso mais!  Esta carga excede às minhas forças e o remédio é repartirmos o peso irmãmente, seis arrobas para cada um.
        O cavalo deu um pinote e relichou uma gargalhada.
        — Ingênuo!  Quer então que eu arque com seis arrobas quando posso tão bem continuar com as quatro?  Tenho cara de tolo?
        O burro gemeu:
         — Egoísta,  Lembre-se que se eu morrer você terá que seguir com a carga de quatro arrobas e mais a minha.
         O cavalo pilheriou de novo e a coisa ficou por isso.  Logo adiante, porém, o burro tropica, vem ao chão e rebenta.
        Chegam os tropeiros, maldizem a sorte e sem demora arrumam com as oito arrobas do burro sobre as quatro do cavalo egoísta.  E como o cavalo refuga, dão-lhe de chicote em cima, sem dó nem piedade.
         — Bem feito!  exclamou o papagaio.  Quem mandou ser mais burro que o pobre burro e não compreender que o verdadeiro egoísmo era aliviá-lo da carga em excesso?  Tome!  Gema dobrado agora…

feliz dia dos namorados chiquinho

Eu te amo pelo o que você é. Eu te amo pela sua beleza (interior e exterior), pela sua sinceridade, pelo seu carinho, seu respeito, seu romantismo.
Eu te amo pelo o que você é. Uma pessoa boa, amorosa e sensível.
Eu te amo pelo o que você é. Como falo, um "homem feminino".
Eu te amo pelo o que você é. Eu te amo pelo seu amor e pela sua força interior.
Eu te amo pelas suas qualidades e defeitos.
Eu te amo pelo o que você é. Um homem nobre, extraordinário.

A Roupa do Rei

http://www.printdesenhos.com/wp-content/uploads/2009/04/desenhos-evangalicos-para-colorir-desenhos-bablicos-para-pintar.jpgEra uma vez um Rei tão vaidoso de sua pessoa que só faltava pisar por cima do povo. Certa vez procuram-no uns homens que eram tecelões maravilhosos e que fariam uma roupa encantada, a mais bonita e rara do mundo, mas que só podia ser enxergada por quem fosse filho legítimo.
xxxx
O rei achou muita graça na proposta e encomendou o traje, dando muito dinheiro para sua feitura. Os homens trabalharam dia e noite num tear mágico, cozendo com linha invisível, um pano que ninguém via.
xxxx
O rei mandava sempre ministros visitarem a oficina e eles voltavam deslumbrados, elogiando a roupa e a perícia dos alfaiates. Finalmente, depois de muito dinheiro gasto, o rei recebeu a tal roupa e marcou uma festa pública para ter o gosto de mostrá-la ao povo.
xxxx
Os alfaiates compareceram ao palácio, vestindo o rei de ceroulas, e cobriram-no com as peças do tal traje encantado, ricamente bordado mas invisível aos filhos bastardos.
O povo esperou lá fora pela presença do rei e quando este apareceu todos aplaudiram com muito entusiasmo. Os alfaiates, aproveitando a festa, desapareceram no meio do mundo.
xxxx
O rei seguiu com o cortejo, mas, atravessando uma das ruas pobres da cidade, um menino gritou:
xxxx
- O Rei está de ceroulas!
xxxx
Todo mundo ali presente reparou e viu que realmente o rei estava apenas de ceroulas. Uma grande e entrondosa vaia foi o que se ouviu. O rei correu para o palácio morto de vergonha. Desse dia em diante corrigiu-se seu orgulho. E enquanto durou seu reino foi um rei justo e simples para o seu povo.
xxx

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fábulas sobre cães




 




Havia um cão que mordia todo mundo. Por isso, seu dono achou melhor colocar uma sineta em sua coleira; assim, seria fácil saber quando ele se aproximava.
Achando que usava uma jóia, o cão foi se exibir na praça.
Porém, uma cadela muito esperta disse a ele:
- Do que você conta vantagem? Todos sabem que não carrega essa sineta por suas virtudes,
mas por sua maldade!

Moral da história: Quem quer se exibir acaba mostrando ainda mais seus próprios defeitos
.

 
Os cães famintos

Andando por uma estrada, quatro cães famintos chegaram até um riacho e viram que alguém colocou lá no fundo algumas peles para limpar.
Como não conseguiam alcançá-las, acharam melhor beber toda a água do riacho para que pudessem pegá-las.
De tanto beber, todos eles estouraram.
Moral da história: Os caminhos mais rápidos nem sempre são os mais seguros.


 o cão e a ostra
                     Quando um cão acostumado a comer ovos viu uma ostra, não pensou duas vezes: abriu a boca e a devorou, achando que fosse um ovo.
À noite, com uma forte dor de estômago, disse: - Bem-feito para mim, por achar que tudo o que é redondo é ovo.
Moral da história: Pense bem antes de fazer as coisas para não ter surpresas desagradáveis.

Dia dos Namorados

texto de Carlos Drummond de Andrade 

Namorados

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namoro de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.

Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas, namorado, mesmo, é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito, mas aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda, decidida ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição. Quem não tem namorado, não é que não tem um amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes, mesmo assim pode não ter um namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa é quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugida ou impossível de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas: de carinho escondido na hora em que passa o filme: de flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada; de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer cesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d'agua, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos e musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não chateia com o fato de o seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo, e quem tem medo de ser afetivo. Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e de medo, ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras, e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada, e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo da janela.
Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uam névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteira: Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido. Enlou-cresça.

03 junho 2010

A Formiga e o elefante

http://1.bp.blogspot.com/_22ruQTJSdx4/SkyFwZXZarI/AAAAAAAAD5s/xVbh6BpHmNE/s400/elefante%2Be%2Bformiga%2B.jpgUm certo dia a formiguinha estava atolada na areia movediça, quase morrendo. O elefante avista a cena e tenta a todo custo salvá-la. Joga a pata e ela não consegue alcança-la. Joga a tromba e nada.Joga o rabinho e nada... Então ele pensou: Vou jogar a maior parte do meu corpo: o meu pintão. Dito e feito: o elefante jogou seu pintão e a formiguinha foi escalando, escalando e salvou-se, ficando eternamente grata ao elefantinho.

Muito tempo se passou, a formiguinha foi para Wall Street, ganhou dinheiro na bolsa, ficou milionária e pensou:
- "Vou visitar os parentes".

Pegou então sua Cherokee e saiu pilotando por ai. Eis que avista o elefante na mesma cena em que um dia ela se encontrava: atolado na areia movediça.

Foi lá avidamente salvar seu amiguinho. Jogou a patinha e nada de alcançar o elefantinho. Jogou a bundinha e nada. Jogou a anteninha e nada .. Correu para sua Cherokee e pegou seu enorme cabo de aço, jogou para o elefante, amarrou-o e saiu acelerando, salvando finalmente seu amiguinho.Moral da história:
"Quem tem carro importado não precisa ter pinto grande."

A Formiga e a Cigarra

http://tonaaula.files.wordpress.com/2009/04/cigarraformiga.jpg
Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem do bate papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha. Seu nome era "trabalho" e seu sobrenome "sempre".

Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu para valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.

Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o
inverno que estava começando. A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca repleta de comida. Mas alguém
chamava por seu nome do lado de fora da toca.

Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari com um aconchegante casaco de vison.

E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?

E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas ! Mas o que lhe aconteceu ? Como você conseguiu dinheiro para ir a Paris e comprar esta Ferrari?

E a cigarra respondeu:
- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá ?

Respondeu a formiguinha:
- Desejo sim. Se você encontrar um tal de La Fontaine (autor da fábula original) por lá, manda ele ir para o RAIO QUE O PARTA!!!


Moral da história: "Aproveite sua vida! Saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão."

II cronicas 7:14-16

se meu povo, que chama pelo meu nome se humilhar,e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos maus caminhos, entao eu ouvirei do ceu, e perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. agora estao abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos a oracao que se fizer neste lugar. pois agora escolhi e consagrei esta casa para que nela estejam meu nome para sempre, e nela estarão fixo os meus olhos e o meu coracao perpertualmente.

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