24 abril 2012

chiquinho e toinha


  

Eu acredito em amores eternos, daqueles que acompanham a gente pela vida inteira, como se tempo e amor se fundissem num só elemento, tornando-se imutáveis, indestrutíveis.
Eu acredito em amores eternos, daqueles que vão com você para qualquer lugar, não importando o quão distante você esteja, por que a pessoa amada reside em seu próprio coração.
Acredito em amores eternos e sublimes, capazes de reconsiderar tudo, com suavidade, ternura e perdão.Acredito, sim, em amores para toda a vida, e além da vida, pois seria um tipo de amor unido à própria alma, e sem alma a vida não tem razão...
Amores eternos existem sim, e superam qualquer coisa, mesmo quando ninguém mais acredita neles, eles continuam sempre à espreita, esperando apenas um olhar, um retorno, uma reconciliação.Augusto Branco

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17 abril 2012

O Perdão


O Perdão




Um rei foi caçar no bosque. Cavalgando atrás de um cervo, penetrou na floresta, e quando olhou à sua volta, viu-se sozinho. Começou a procurar por uma saída no bosque, uma estrada que o conduziria de volta ao seu palácio.

Em sua busca, encontrou alguns camponeses, mas ninguém o reconheceu. Quando dirigiu-se a eles, nem ao menos lhe deram atenção ou se preocuparam com o que estava dizendo.

Vagando pela floresta por um longo tempo, escutou uma bela melodia que alguém tocava numa flauta. Seguindo o som, o rei encontrou um homem que o reconheceu imediatamente, dirigindo-lhe a palavra com humildade e respeito.

O rei viu que ali estava um homem digno, e gostou dele imediatamente.

Quando disse ao homem que esperava encontrar alguém que pudesse tirá-lo do bosque e levá-lo de volta ao palácio e ao seu trono, o homem ficou feliz em fazê-lo, e o rei sentiu-se agradecido a ele. Convidou-o a seu palácio, forneceu-lhe roupas luxuosas e deu-lhe um lugar de honra entre seus conselheiros reais.

O tempo foi passando até que certa vez o amigo desobedeceu ao monarca. Este ficou furioso, e ordenou-lhe que comparecesse à corte real para ser julgado.

Quando chegou o dia do julgamento, o amigo do rei despiu as túnicas, envergando as mesmas roupas simples que usava no primeiro encontro com o rei no bosque. Levou consigo a flauta, e apareceu na corte real de maneira humilde e arrependida. Antes de proceder ao julgamento, o rei perguntou-lhe se queria fazer algum pedido.

"Permita-me, Majestade, tocar uma melodia em minha flauta", solicitou o réu, e seu apelo foi concedido.

Tocou a bela melodia que havia tocado no dia em que encontrara o rei pela primeira vez. O rei lembrava-se bem. Num relance, veio-lhe à mente aquele encontro feliz, quando o estranho havia deixado o rei tão contente, e o levara para fora do bosque, de volta ao palácio. Em seguida, o rei perdoou o amigo e concedeu-lhe novamente sua amizade e uma nova chance.

Da mesma forma, ao se aproximar Rosh Hashaná, quando todos nossos atos serão pesados na balança, podemos nos preocupar sobre qual será o resultado ao sermos julgados por nossas falhas e méritos.

Queremos que D'us seja misericordioso e nos perdoe, não importa qual tenha sido nosso registro no passado. Por isso comparecemos perante Ele da mesma maneira que naquele dia no Sinai, quando a Torá nos foi outorgada e o shofar soou sacudindo nossas almas. Desta forma, D'us se recorda daquele dia e nos concede Seu perdão.

Nosso amor por D'us e Seu amor por nós torna-se mais forte do que nunca. Podemos então ter certeza de que seremos inscritos para um ano bom e doce, com saúde e alegria.



O furo no barco

credito para o desenho
Barco à vela da Paloma.
publicado por projetouere 

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, percebeu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento, e decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e o presenteou com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:"O senhor já me pagou pela pintura do barco" - disse ele."Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.""Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar. Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!""Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, exa-minei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe agora o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação..."






03 abril 2012

Barrinhas tonya leon


minhas primeiras barrinhas











   



Meu Mundo interior


  Gif 53



Meu mundo interior

Material: Música de fundo e a sua imaginação.
Todos devem fazer silêncio total.
· A sala deve estar apenas com a claridade de velas.
· Os participantes podem baixar a cabeça e fechar os olhos, ou cada qual pode ficar da maneira que se sentirem mais a vontade, devem concentrarem-se, entrando no clima da dinâmica, esquecendo de tudo, por alguns momentos, deixarem a mente totalmente limpa. É importante lembrar aos participantes, que não devem ficar tentando imaginar o que será feito nesta dinâmica, eles apenas devem manter a concentração em tudo o que o condutor da dinâmica estiver falando.
· Após o ambiente estar em condições ideais, e todos já estiverem prontos, aí então, começa-se dinâmica.
· Começamos fazendo com que os participantes mentalmente criem um painel (da maneira que imaginarem), posterior a isto, vão pensar na família (Pai, Mãe, Irmãos enfim todos aqueles que convivem em seu lar) e tirar uma fotografia (mental) e colocar no painel, vão pensar em amigos, inimigos, namorado(a), enfim as coisas mais importantes da sua vida, fará um retrato mental e colocará no painel, sendo que o retrato mais importante virá por último (Cada um irá imaginar Jesus Cristo a sua maneira e o colocará no centro do painel) o condutor da dinâmica, com a luz do Espírito Santo, acrescentara com mais palavras e colocações.
· Com todos no painel, cada um pensará como é a convivência com todas essas pessoas, sabem agradecer, sabem pedir perdão, sabem perdoar, sabem reconhecer os erros, enfim como são as suas atitudes, e principalmente como é a sua convivência com Deus. (o condutor da dinâmica, com a luz do Espírito Santo, acrescentara com mais palavras e colocações)
· Após todos estarem refletindo sobre suas vidas, o condutor diz aos participantes: "imaginem agora seu cotidiano senta-se no seu trabalho, no seus estudos, com a sociedade. Imaginem-se na lida do dia a dia. Conforme passam-se os dias, você começa a sentir sintomas estranhos em seu organismo, mas a princípio não liga. O tempo vai passando e os sintomas vão aumentando, e por fim decide ir ao médico.
Começa-se então uma série de exames, e terminados os mesmos você fica a aguardar. Até que chega o dia de ir ao consultório ver o resultado (Neste momento quem estiver a conduzir, vai dizer a todos para que imaginem entrando no consultório vendo a face do médico contraída) e eis que o mesmo não é dos mais satisfatórios, você descobre que está com uma doença rara, e infelizmente não tem cura, e pra piorar você tem apenas 2 (duas) semanas de vida."
· E agora?
· E seus pais? seus irmãos? seus amigos? E aquelas pessoas que te magoaram e as que também tu magoaste, e que talvez por um orgulho não deste o perdão. E Jesus? O que fizeste para Deus em sua minha vida. Será que fez tudo o que ele lhe pediu ?
Meu Deus, e agora ?
O condutor da dinâmica, começa então a citar coisas que geralmente acontecem no dia a dia.
Ele diz: Você que algumas vezes reclamava da vida, agora se encontra com apenas duas semanas de vida. Quantas vezes você reclamou que sua vida era monótona, e agora você se vê cheio de vontade de viver. Quantas não foram às vezes que você reclamou de sua casa, de suas roupas, de todas as suas coisas, e quantas não foram às vezes que você chegou em casa, e sua mãe com todo o amor e carinho havia preparado a refeição, e você olhava para a comida, e sem se importar com os sentimentos de sua mãe você reclamava. Quantas vezes seu pai lhe dava conselho para o seu próprio bem em você não aceitava, fazia tudo errado, e seu pai e sua mãe ficavam tristes e magoados, porque eles te amam, e você não se importa com eles. E seus irmãos que você nem da bola, vive brigando, xingando, e agora? Como fazer para dizer a eles que no fundo, você os ama.
E seus amigos, você agiu realmente como amigo deles. E aquelas pessoas que você magoou, ou que te magoaram, e aí; você gostaria de reconciliar-se, é aconselhável que sim, pois você tem tão pouco tempo de vida, e não quer morrer sem pedir e sem dar o perdão. E o mais importante, Deus, você não tem o que acertar com Deus? Você deu a Deus a chance de participar de sua vida.
E agora? Será que dá tempo de concertar todos esses desacertos em sua vida? O condutor pode acrescentar mais situações e ações.
· No final (após um grande período de reflexão) pede-se para mentalizar o painel novamente, olhar cada pessoa ali colocada e principalmente a Jesus que cada um imaginou à sua forma, fazerem todos refletirem o quanto é bom viver e que hoje nós não temos duas semanas, mas uma vida inteira pela frente, se pisamos na bola várias vezes, porque então não começamos hoje mesmo a mudar isso? Pois temos saúde, e uma vida, louve a Deus por isso,
· Após esta forte reflexão faz-se então grande oração pedindo a presença de Jesus e do Espírito Santo. Detalhe: ocondutor terminará esta dinâmica da maneira que quiser, mas o importante é que toque fundo no coração das pessoas e que as faça refletir.
Todos devem fazer silêncio total.
· A sala deve estar apenas com a claridade de velas.
· Os participantes podem baixar a cabeça e fechar os olhos, ou cada qual pode ficar da maneira que se sentirem mais a vontade, devem concentrarem-se, entrando no clima da dinâmica, esquecendo de tudo, por alguns momentos, deixarem a mente totalmente limpa. É importante lembrar aos participantes, que não devem ficar tentando imaginar o que será feito nesta dinâmica, eles apenas devem manter a concentração em tudo o que o condutor da dinâmica estiver falando.
· Após o ambiente estar em condições ideais, e todos já estiverem prontos, aí então, começa-se dinâmica.
· Começamos fazendo com que os participantes mentalmente criem um painel (da maneira que imaginarem), posterior a isto, vão pensar na família (Pai, Mãe, Irmãos enfim todos aqueles que convivem em seu lar) e tirar uma fotografia (mental) e colocar no painel, vão pensar em amigos, inimigos, namorado(a), enfim as coisas mais importantes da sua vida, fará um retrato mental e colocará no painel, sendo que o retrato mais importante virá por último (Cada um irá imaginar Jesus Cristo a sua maneira e o colocará no centro do painel) o condutor da dinâmica, com a luz do Espírito Santo, acrescentara com mais palavras e colocações.
· Com todos no painel, cada um pensará como é a convivência com todas essas pessoas, sabem agradecer, sabem pedir perdão, sabem perdoar, sabem reconhecer os erros, enfim como são as suas atitudes, e principalmente como é a sua convivência com Deus. (o condutor da dinâmica, com a luz do Espírito Santo, acrescentara com mais palavras e colocações)
· Após todos estarem refletindo sobre suas vidas, o condutor diz aos participantes: "imaginem agora seu cotidiano senta-se no seu trabalho, no seus estudos, com a sociedade. Imaginem-se na lida do dia a dia. Conforme passam-se os dias, você começa a sentir sintomas estranhos em seu organismo, mas a princípio não liga. O tempo vai passando e os sintomas vão aumentando, e por fim decide ir ao médico.
Começa-se então uma série de exames, e terminados os mesmos você fica a aguardar. Até que chega o dia de ir ao consultório ver o resultado (Neste momento quem estiver a conduzir, vai dizer a todos para que imaginem entrando no consultório vendo a face do médico contraída) e eis que o mesmo não é dos mais satisfatórios, você descobre que está com uma doença rara, e infelizmente não tem cura, e pra piorar você tem apenas 2 (duas) semanas de vida."
· E agora?
· E seus pais? seus irmãos? seus amigos? E aquelas pessoas que te magoaram e as que também tu magoaste, e que talvez por um orgulho não deste o perdão. E Jesus? O que fizeste para Deus em sua minha vida. Será que fez tudo o que ele lhe pediu ?
Meu Deus, e agora ?
Gif de choro   Gif de choro 
O condutor da dinâmica, começa então a citar coisas que geralmente acontecem no dia a dia.
Ele diz: Você que algumas vezes reclamava da vida, agora se encontra com apenas duas semanas de vida. Quantas vezes você reclamou que sua vida era monótona, e agora você se vê cheio de vontade de viver. Quantas não foram às vezes que você reclamou de sua casa, de suas roupas, de todas as suas coisas, e quantas não foram às vezes que você chegou em casa, e sua mãe com todo o amor e carinho havia preparado a refeição, e você olhava para a comida, e sem se importar com os sentimentos de sua mãe você reclamava. Quantas vezes seu pai lhe dava conselho para o seu próprio bem em você não aceitava, fazia tudo errado, e seu pai e sua mãe ficavam tristes e magoados, porque eles te amam, e você não se importa com eles. E seus irmãos que você nem da bola, vive brigando, xingando, e agora? Como fazer para dizer a eles que no fundo, você os ama.
E seus amigos, você agiu realmente como amigo deles. E aquelas pessoas que você magoou, ou que te magoaram, e aí; você gostaria de reconciliar-se, é aconselhável que sim, pois você tem tão pouco tempo de vida, e não quer morrer sem pedir e sem dar o perdão. E o mais importante, Deus, você não tem o que acertar com Deus? Você deu a Deus a chance de participar de sua vida.
E agora? Será que dá tempo de concertar todos esses desacertos em sua vida? O condutor pode acrescentar mais situações e ações.
· No final (após um grande período de reflexão) pede-se para mentalizar o painel novamente, olhar cada pessoa ali colocada e principalmente a Jesus que cada um imaginou à sua forma, fazerem todos refletirem o quanto é bom viver e que hoje nós não temos duas semanas, mas uma vida inteira pela frente, se pisamos na bola várias vezes, porque então não começamos hoje mesmo a mudar isso? Pois temos saúde, e uma vida, louve a Deus por isso,
· Após esta forte reflexão faz-se então grande oração pedindo a presença de Jesus e do Espírito Santo. Detalhe: ocondutor terminará esta dinâmica da maneira que quiser, mas o importante é que toque fundo no coração das pessoas e que as faça refletir.

  

A Bagagem

Como fazer sua Mala de Viagem








Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina mala de mão...
A medida em que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, por pensar que são importantes ...

A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas, pesa demais, então você pode escolher: ficar sentado a beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem.
Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem...

Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala.
Mas, o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora... veja o que tem dentro: Amor, Amizade...nossa! Tem bastante, curioso, não pesa nada...
Tem algo pesado... você faz força para tirar... era a Raiva - como ela pesa!
Aí você começa a tirar, tirar e aparecem a Incompreensão, Medo, Pessimismo... nesse momento, o Desânimo quase te puxa pra dentro da mala...
Mas você puxa-o para fora com toda a força, e no fundo da mala aparece um Sorriso, que estava sufocado no fundo da sua bagagem...
Pula para fora outro sorriso e mais outro, e aí sai a Felicidade...
Aí você coloca as mãos dentro da mala de novo tira pra fora um monte de Tristeza...
Agora, você vai ter que procurar a Paciência dentro da mala, pois vai precisar bastante...
Procure então o resto: a Força, Esperança, Coragem, Entusiasmo, Equilíbrio, Responsabilidade, Tolerância e o Bom e Velho Humor. Tire a Preocupação também.
Deixe de lado, depois você pensa o que fazer com ela...
Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo.
Mas, pense bem o que vai colocar dentro da mala de novo, hein.
Agora é com você.
E não se esqueça de fazer essa arrumação mais vezes, pois o caminho é MUITO, MUITO LONGO 
Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão...
A medida em que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, e sua bagagem, poderá pesar novamente.

01 abril 2012

Dinamicas


CRUELDADE

Objetivos:
Ao mesmo tempo em que as pessoas se descontraem, observar a importância do respeito ao outro. 
Material:
Papel e lápis para todos. 
Como Fazer:
1- O coordenador da dinâmica explica que cada um terá que elaborar uma prova ridícula e aborrecida para um dos companheiros do grupo.
2- Explica que tipo de coisas podem ser propostas. 
3- Uma vez escritas as provas, o líder recolherá os papéis e, muito "cruelmente", anunciará que foi modificado o regulamento do jogo, sendo que cada um terá que realizar a própria prova. 
Observação:
O coordenador da dinâmica poderá substituir a realização das provas por uma análise de como cada um se sentiu ao saber que havia sido alterado o regulamento. 

DINÂMICA DO CASTIGO

Material:
Papel e caneta.
Como Fazer:
1- Distribui-se um pedaço de papel para cada pessoa. 
2- Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receber um castigo do irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo à ela. 
3- Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo em si e o nome de quem vai realizar o castigo. 
4- Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica: 
Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo. 
Observação:
Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupo todo. 
Conclusão:
Nesta dinâmica a mensagem que passa é:O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.

DINÂMICA DO TUBARÃO

Material:
Um local espaçoso.
Como Fazer:
1- O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita a frase "Tá afundando", os participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será "devorado" pelo tubarão (deve ser escolhida uma pessoa com antecedência). 
2- O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas. 
Conclusão:
Responde-se às seguintes perguntas: 
1) Quem são os tubarões nos dias de hoje?
2) Quem é o barco?
3) Quem são os botes?
4) Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?

ACENDER E APAGAR

Material:
Uma caixa de fósforos e dez velas para cada equipe, latas de conserva cheias de areia para se colocar as velas, um apito ou sino para o animador. 
Como Fazer:
1- O animador divide o grupo em duas equipes, que se organizam em filas paralelas, atrás da linha de partida. 
2- Em frente a cada equipe, colocam-se as velas, cobrindo o percurso que vai desde a linha de partida até a meta (15 metros). 
3- O primeiro integrante de cada fila recebe uma caixa de fósforos. A um sinal do animador, correm a acender as velas. 
4- Acendida a última, cada qual volta para sua fila e toca no ombro do segundo participante. Este corre a apagar as velas. 
5- Ao terminar, volta para sua fila e toca no ombro do terceiro. Este corre e faz o mesmo que o primeiro participante. 
6- O exercício continua assim até que a fila inteira participe. Ganha a equipe que terminar primeiro.
Conclusão:
Para meditar: Para que serviu a experiência?

CARTA DE DESPEDIDA

Objetivos:
Avaliar o momento concreto que esta sendo vivido pelo grupo através da verbalização das emoções. 
Material:
Papel e caneta para cada um. 
Como Fazer:
1- Cada participante escreverá numa folha uma carta de despedida do grupo. 
2- Nessa carta, deve comentar: 
a) o como está se sentindo em relação ao grupo, 
b) o que estava sendo o mais importante, 
c) se estava gostando ou não, 
d) do que não estava gostando, 
e) se vai sentir saudade... por quê? 
3- O que mais quiser acrescentar. 
4- Depois, as cartas são lidas em voz alta, pela própria pessoa que escreveu ou então, trocando-se os leitores. 
5- Lidas todas as cartas, pode-se conversar sobre o rumo que se deve dar ao grupo para resolver o problema que se está enfrentando. 

TERREMOTO

Objetivos:
Pensar coletivamente, não ser egoísta. 
Participantes:
Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 ( 7x3 = 21, sobra um) 
Material:
Espaço livre para que as pessoas possam se movimentar, mas quanto menor o espaço mais trombadas. 
Como Fazer: 
1- Dividir em grupos de três pessoas, lembre-se que deverá sobrar um. 
2- Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. 
3- As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. 
4- A pessoa que sobrar deverá gritar uma das tres opções abaixo: 
a) MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.
b) PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém. 
c) TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. 
5- Repetir até cansar. 
Observação:
NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. 
Conclusão:
1- Como se sentiram os que ficaram sem casa? 
2- Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio?
3- Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo? Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade? 

ROMANCE

Objetivos:
Oferecer um momento de descontração e, ao mesmo tempo, trabalhar a criatividade dos participantes. 
Material:
Lápis e papel para cada um e a lista de perguntas para o coordenador da dinâmica. 
Como Fazer:
a) Cada participante receberá um pedaço de papel a lápis. 
b) A todos se pedirá que escrevam, em ordem, o seguinte (é bom que se escreva o número de cada pergunta): 
1. um nome 
2. um lugar diferente 
3. uma idéia 
4. um espaço determinado 
5. um desejo 
6. um número 
7. sim ou não 
8. uma cor qualquer 
9. uma medida 
10. um hábito 
11. uma certa soma de dinheiro 
12. uma virtude 
13. uma canção 
14. nome de uma cidade 
c) Assim que todos tiverem terminado esta parte, o líder começará a fazer as seguintes perguntas a cada participante. 
d) À pergunta 1, vai eqüivaler o que estiver escrito na primeira linha da parte do exercício. 
e) Perguntas: 
1. qual é o nome do seu noivo(a) 
2. onde se encontraram pela primeira vez? 
3. que idade ele(a) tem? 
4. quanto tempo namoraram? 
5. quais são os seus propósitos? 
6. quantas declaração de amor você recebeu? 
7. é convencido(a)? 
8. qual a cor dos seus olhos? 
9. que número de sapato calça? 
10. qual é o seu pior defeito? 
11. quanto dinheiro tem para gastar com ele? 
12. qual é a sua maior virtude? 
13. que canção você gostaria de escutar no seu casamento? 
14. onde vocês vão passar a lua de mel?
Observações:
Esta lista pode ser aumentada ou modificada, dependendo do tipo de participantes. 

MEUS SENTIMENTOS

Objetivo:
Apresentação e entrosamento 
Material:
: Papel e lápis de cor
Como Fazer:
a) Cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que têm.
b) Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação.
c) Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o.
d) O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando.
e) Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho.
Palavra:
Fl. 1,3-11 e Salmos 6 

MARCHA OU PONTO

Objetivo:
Oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida... 
Material:
Uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.
Como Fazer:
a) Mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro. 
b) Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram. 
c) Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. Pedir, então, que tirem conclusões práticas. 
Exemplo:
Em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.
Palavra:
1Cor 3,1-4 e Salmos 51

IDENTIFICAÇÃO PESSOAL COM A NATUREZA

Objetivo:
Auto conhecimento e preces.
Material:
Símbolos da natureza, papel e caneta.
Como Fazer:
a) Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz? 
b) Formação de pequenos grupos para partilha. 
c) Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece. 
d) Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo uma prece.
Palavra:
Gênese 1,1-25 

QUEM SOU EU? (2)

Objetivo:
Conhecimento pessoal.
Material:
Papel e caneta.
Como Fazer:
a) Refletir individualmente:
- A vida merece ser vivida?
- Somente a vivem os que lutam, os que querem ser alguém?
b) Escrever numa folha: 
- Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).
- O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).
- Como atuo para chegar no que quero?
c) Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.
d) Avaliação:
- Como cada um se sentiu ao se comunicar?
- E depois da dinâmica?
Palavra:
Gênese 1,26-31 e Salmos 139 

O OUTRO LADO

Objetivo:
Ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunhão e união. Análise da realidade. (Não dizer o objetivo da dinâmica)
Como Fazer:
a) O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. 
b) Pede silêncio absoluto, muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter silêncio durante a dinâmica.
c) A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar, como grupo, atingir o outro lado da sala, da forma mais rápida possível e mais eficiente.
Repete-se a ordem várias vezes.
d) O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece. Repita a ordem várias vezes, pedindo que haja silêncio.
Nota:
É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras...) dificultando a passagem. 
Ele (o coordenador) considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dos outros, tendo incluindo todos na travessia.
Comentários:
1. Como cada um se sentiu?
2. Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?
3.Quem mais correu ou empurrou?
4. De que forma as lideranças foram se manifestando???
5. Houve desistência no meio do caminho?
6. Surgiram animadores???
Palavra:
1Cor 12,12-27 e Salmos 133

ESPELHO

Objetivo:
Partilha dos sentimentos.
Material: Uma caixa e um espelho.
Como Fazer:
a) O ambiente deve ser silencioso.
b) Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito importante, a quem gostaria da atenção em todos os momentos, alguém que se ama de verdade, que merece todo cuidado.
c) Entrar em contato com essa pessoa e pensar os motivos que os tornam tão amada. 
d) Deixar tempo para interiorização. 
e) Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado. 
f) Cada um em silêncio profundo se dirige até a caixa, olha a tampa e volta em silêncio para seu lugar. 
g) Depois se faz a partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um.
Palavra: Lc 12.1-3 e Salmos 131

NÚMEROS

Objetivo:
Conhecimentos pessoais.
Material:
Cartões com números diferentes.
Como Fazer:
a) Cada participante recebe um número que não deve ser mostrado para ninguém.
b) Dada a ordem, cada um vai procurar o número igual e não acha. 
c) Comentam-se as conclusões tiradas. 
Somos únicos e irrepetíveis perante ao outro.
Palavra:
Lc 15.3-7 e Salmos 8

CONSTRUÇÃO DE UMA CIDADE

Objetivo:
Reflexão sobre a realidade.
Material:
Fichas com nomes de profissões.
Como Fazer:
a) Cada participante recebe uma ficha com o nome de uma profissão e deve encarná-la.
b) Por um instante analisar a importância daquela profissão. 
c)Depois da interiorização deve dizer: Vamos viajar porque aquela cidade fica distante (atitude de quem viaja no mar).
d) Depois dizer:o navio vai afundar só há um bote que pode salvar sete pessoas.
e) O grupo deverá decidir quais as profissões mais urgentes que devem ser salvas.
f) Analisar profundamente e iluminar com um texto bíblico.
Palavra:
Mt 7,26-27 e Salmos 127

SENSAÇÕES DE VIDA OU MORTE

Objetivo:
Analisar a pratica e revisão de vida.
Material:
Duas velas uma nova e outra velha.
Como Fazer:
a) Grupo em círculo e ambiente escuro.
b) Eu..., tenho apenas cinco minutos de vida. Poderia ser feita em minha existência e deixar de fazer...(a vela gasta, acesa, vai passando de mão em mão).
c) Apaga-se a vela gasta e acenda a nova. Ilumina-se o ambiente. 
d) A vela passa de mão em mão e cada um completa a frase: Eu..., tenho a vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é ... 
e) Analisar a dinâmica e os sentimentos.
Palavra:
Mt 6,19-24 e Salmos 1

PERFUME - ROSA E BOMBA

Objetivo:
Celebração penitencial e compromisso.
Material:
Não há material, usar a imaginação.
Como Fazer:
a) O grupo deve estar em círculo. 
b) Colocados, imaginariamente sobre a mesa, estão o perfume, a rosa e a bomba.
c) Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume, faz o que quiser com ele e passa para o colega do lado. 
d) Faz-se o mesmo com a rosa e por último com a bomba.
Palavra:
Mt 7, 7-12 e Salmos 101

VALORES

Objetivo:
Reconhecer os valores e qualidades.
Material:
Cartões com valores escritos.
Como Fazer:
a) Cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua. 
b) Deixar um momento para a reflexão pessoal.
c) Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. E se reconhece no grupo alguém que tem o mesmo valor. 
d) Só no final da dinâmica, alguns guardam para si, outros souberam reconhecer este valor em outra pessoa, outros até dividem o cartão com quem tem o mesmo valor.
Palavra:
1Cor. 12,4-11 e Lucas 1, 46-55

VALORES II

Objetivo:
Ressaltar o positivo do grupo.
Material:
Folhas, canetas e alfinetes.
Como Fazer:
a) Cada participante recebe uma folha em branco. 
b) Depois de refletirem um momento sobre suas qualidades, anotam na folha colocando o seu nome.
c) Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala, um lendo os valores dos outros e acrescentando valores que reconhecem no companheiro. 
d) Só no final todos retiram o papel e vão ler o que os colegas acrescentaram.
Palavra:
Ef 4, 1-16 e Salmos 111

A MALETA

Objetivo:
Conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dos interesses particulares, não estimulando o compromisso solidário.
Material:
Uma maleta chaveada, chave da maleta, dois lápis sem ponta, duas folhas de papel em branco, dois apontadores iguais.
Como Fazer:
a) Forma-se duas equipes. 
b) A uma equipe entrega-se a maleta chaveada, dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentro da maleta. 
c) A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais.
d) O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário para cumprimento da tarefa que é a seguinte:
Ambas deverão escrever: "Eu tenho Pão e Trabalho".
e) A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para o coordenador.
f) A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível.
Palavra:
2Cor 9, 6-9 e Salmos 146 

VIRAR PELO AVESSO

Objetivo:
Despertar o grupo para a importância da organização.
Como Fazer:
a) Formar um círculo, todos de mãos dadas.
b) O coordenador propõe o grupo um desafio. O grupo, todos deverão ficar voltados para fora, de costas para o centro do círculo, sem soltar as mãos. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma. 
c) O grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo.
d) depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando a estar como antes.
Comentários:
1. O que viam? Como se sentiram? 
2. Foi fácil encontrar a saída? Porquê? 
3. Alguém desanimou? Porquê?
4. O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?
5. Nossa sociedade precisa ser transformada?
6. O que nós podemos fazer?
Palavra:
Ex 18, 13-27 e Salmos 114

APOIO

Objetivo:
Mostrar-lhes a importância de se apoiar no irmão.
Como Fazer:
a) O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apoiem em um pé só, onde deverão dar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão, um pulo para a direita outro para esquerda, dar uma rodadinha, uma abaixada e etc. 
Mensagem:
Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar. Por que ficarmos sozinhos se temos um ombro amigo do nosso lado? 

ARTISTA

Objetivo:
Mostra a todos que se não tivermos Deus em nossa vida tudo fica fora do lugar.
Material:
Lápis e papel.
Como Fazer:
a) O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. 
b) Peça a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma: 
- Casa
- Nessa casa coloque janelas e portas. 
- Ao lado da casa desenhe uma arvore. 
- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando. 
- Uma pessoa com olhos, nariz e boca. 
- Por fim peça para escreverem a seguinte frase: 
SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.
c) Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um. 
Comentário:
Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há trevas. 

DIFICULDADE

Objetivo:
Esclarecer valores e conceitos morais. Provocar um exercício de consenso, a fim de demonstrar sua dificuldade, principalmente quando os valores e conceitos morais estão em jogo.
Como Fazer:
a) O coordenador explica os objetivos do exercício. 
b) A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência. 
c) Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas, para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um consenso. 
d) Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. 
Segue-se um debate sobre a experiência vivida. 
Abrigo Subterrâneo
Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. 
Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. 
Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. 
Faça sua escolha, destacando seis somente.
Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado; 
Um advogado, com 25 anos de idade;
A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele;
Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;
Uma prostituta, com 34 anos de idade;
Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;
Uma universitária que fez voto de castidade;
Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;
Um declamador fanático, com 21 anos de idade;
Uma menina com 12 anos e baixo QI;
Um homossexual, com 47 anos de idade;
Um deficiente mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.

PESSOAS BALÕES

Objetivo:
Reflexão sobre a vivência comunitária; reflexão sobre as dificuldades em se superar críticas ou ofensas recebidas.
Material:
Um balão cheio e um alfinete. 
Como Fazer:
a) O coordenador deve explicar aos participantes porque certas pessoas em determinados momentos de sua vida, se parecem com os balões: 
- Alguns estão aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais têm do que ar; 
- Outros parecem ter opinião própria, mas se deixam lavar pela mais suave brisa; 
- Por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a explodir; basta que alguém os provoque com alguma ofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) "estourem". 
b) Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas. 

SER IGREJA

Objetivo:
Realçar a importância de cada um de nós na comunidade cristã.
Material:
Uma folha em branco para cada um. 
Como Fazer:
a) Entregar uma folha de papel ofício para os participantes. 
b) Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidos formarão uma sintonia alegre, onde essa sintonia significa nossa caminhada na catequese, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo, quando catequizar é nossa salvação. 
c) Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados por causa das fofocas, reclamações, atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos. 
d) Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentar a folha, todos juntos, verificando que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio. 
e) Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha, formará uma flor. 
f) Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.
Comentário:
É um convite para uma esperança, para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida. Todos nós apenas uma parcela pessoal e social, nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e realizações. 
Palavra:
Mc 3, 31 - 35

O BARCO

Objetivo:
Aumentar a fé em Jesus; conscientizar o ser missionário de cada um; vestir a camisa de Cristo.
Material:
Uma folha em branco para cada um. 
Como Fazer:
a) Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar. (fazer o barco de papel). 
b) Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos leva à naufragar. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.
c) O barco pesa do lado direito. São as influências do mundo. Ex: Ambição, drogas, televisão, inveja, etc.
d) Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente. (Cortar a ponta do lado direito do barco)
e) Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barco está pesando: egoísmo, infidelidade, impaciência, desamor, falta de oração, etc. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco)
f) Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta para cima: é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível)
g) Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou. (Abrindo parece uma camisa)
Comentário:
a) Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar. (fazer o barco de papel). 
b) Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos leva à naufragar. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.
c) O barco pesa do lado direito. São as influências do mundo. Ex: Ambição, drogas, televisão, inveja, etc.
d) Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente. (Cortar a ponta do lado direito do barco)
e) Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barco está pesando: egoísmo, infidelidade, impaciência, desamor, falta de oração, etc. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco)
f) Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta para cima: é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível)
g) Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou. (Abrindo parece uma camisa)
Palavra:
Mt 8, 23 - 27

BILHETES

Objetivo:
Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores.
Material:
Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.
Como Fazer:
1. Os integrantes devem ser dispostos em um círculo, lado a lado, voltados para o lado de dentro do mesmo. 
2. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente. 
3. Terminado o processo inicial, os integrantes devem circular pela sala, ler os bilhetes dos colegas e atendê-los, sem dizer o que está escrito no bilhete. 
4. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. 
5. Após algum tempo, todos devem voltar a posição original, e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete. 
6. Então cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão.
7. Caso não tenha descoberto, os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. 
Avaliação:
O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se reproduz no cotidiano? 
Sugestões de Bilhetes:
Sugira um filme para eu ver?; Cante uma música para mim?; Gosto quando me aplaudem.; Sou muito carente. Me dê um apoio.; Tenho piolhos. Me ajude!; Dance comigo.; Estou com falta de ar. Me leve à janela.; Me descreva um jacaré.; Me ensine a pular.; Tem uma barata em minhas costas!; Dobre a minha manga.; Estou dormindo, me acorde!; Me cumprimente.; Quantos anos você me dá?; Me elogie.; Veja se estou com febre.; Chore no meu ombro.; Sorria para mim.; Me faça uma careta?.

LUZ DO MUNDO

Material:
Uma vela para cada participante, ambiente escuro (ideal se for feito à noite ou em sala que possa ter as janelas fechadas), fósforo ou isqueiro, pedaços de papel, lápis ou caneta, durex ou barbante.
Como Fazer:
1. Sentados em círculo, sugerir que fechem os olhos e façam uma oração silenciosa, por alguns minutos; enquanto isso apague as luzes do ambiente. 
2. Comentar sobre a escuridão do ambiente, se é confortável ficar assim sentado no escuro, o que eles fazem quando acaba a luz. 
3. O coordenador acende uma vela e lê o texto de Mateus 5, 14-16.
4. Perguntas:
- O que quer dizer este texto? 
Adianta eu acender esta vela e colocá-la atrás de mim? (coloque a vela acesa atrás de você)
- Melhora se eu colocar a vela a minha frente e mais para o alto? (mostre a vela).
- E se cada um de nós tivesse uma vela, ficaria mais claro? 
5. O coordenador levanta e dá a cada participante uma vela, mas não acende. 
6. Perguntas:
- Ficou mais claro? Não, por que? O que falta? 
- Cristo disse que ele era a luz do mundo, de que luz ele está falando? 
- Ele quer iluminar os cantos escuros do mundo, como? Através de sua Palavra, de seu amor, de sua morte na cruz. 
7. O coordenador sugere que cada um acenda a vela do seu vizinho dizendo algo sobre Cristo e ele começa colocando a chama de sua vela na do vizinho do lado, dizendo algo como: "Cristo te ama" ou "Jesus quer que você seja Luz do Mundo". 
8. Cada participante deve fazer o mesmo, com o vizinho ao lado, falando uma frase diferente. 
9. Agora ficou mais claro o nosso ambiente, claro com a luz de Cristo. 
10. Perguntas: 
- E o que Cristo diz desta luz, ela deve ficar escondida? 
- O que nós devemos fazer com esta luz? 
Conclusão:
Deixar um momento de reflexão e oração; acender as luzes da sala e apagar as velas. 
Pedir que falem sobre o que pensaram e sugerir uma atividade para levar a luz de Cristo para outros. 

COSTA COM COSTA

Objetivo:
Desencadear no grupo o processo de descontração, facilitar o entrosamento e alongar o corpo, despertando-o e criando maior disposição para os trabalhos grupais.
Como Fazer:
1. Formar duplas.
2. Cada dupla deve ficar posicionada costa com costa, bem juntinha.
3. Pegar as mãos um do outro, por cima, de modo a ficarem bem esticados os braços.
4. Segurando as mãos, dobrar bem devagar para a frente, ficando com o corpo do parceiro sobre as costas.
5. Dobrar para a direita e para a esquerda, também.
6. Efetuar cada movimento ais de uma vez (pelo menos três).
7. Soltar as mãos, sem descolar os corpos.
8. Começar a virar, lentamente, sem descolar, de forma que os dois de cada dupla fiquem frente a frente, bem juntinhos.
9. Juntar as mãos, palma com palma.
10. Ir abrindo os braços, cm as mãos coladas, bem devagar, forçando para a frente (forças opostas), ficando em forma de cruz (braços abertos).
11. Deslizar as mãos e fechar os braços em torno do corpo do companheiro, abraçando-o.
Conclusão:
Todo esse ritual... só para um abraço. Que bom! "Aproveite e abrace tantas pessoas quantas você queira e possa."

MINHA METADE ESTÁ EM VOCÊ

Objetivo:
Promover a aproximação das pessoas do grupo e incentivar o diálogo e novas amizades.
Preparação:
a) Recortar cartelas de cores variadas, tamanho aproximadamente de 10 x 5 cm, em número suficiente, de modo a não faltar para ninguém.
b) Escrever em cada cartela, uma frase significativa (pode ser versículo bíblico, parte de uma música, um pensamento, etc.).
c) Cortar as cartelas ao meio, de modo que a frase fique dividida.
Como Fazer:
1. A dinâmica inicia-se com a distribuição das duas metades, tendo o cuidado para que todos recebam.
2. Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem as suas metades.
3. À proporção que cada dupla se encontrar, procurará um lugar para conversar: o ponto de partida é a frase escrita na cartela.
4. Após dez minutos, mais ou menos, o facilitador solicita que algumas duplas falem sobre a experiência (o que sentiram, como foi o encontro, etc.).

EM BUSCA DO OLHAR

Objetivo:
Trabalhar o aprofundamento da integração no grupo e exercitar a comunicação não-verbal.
Como Fazer:
1. O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável.
2. Em seguida, pede-se que a pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo.
3. O facilitador poderá escolher uma música sentimental, leve, que favoreça o encontro não-verbal, até sintonizar numa pessoa cujo olhar lhe foi significativo.
4. Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras, indo se encontrar no centro do grupo. 
5. Abraçam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra.
6. O exercício prossegue, até que todos tenham se deslocado em busca de alguém, podendo, ainda, cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade.
Conclusão:
Normalmente, essa experiência é de uma riqueza extraordinária. Barreiras são quebradas, pedidos de perdão são feitos, tudo isso sem que se diga uma palavra. Cabe ao facilitador ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais. Essa dinâmica também é excelente para encerramentos de atividades grupais em que as pessoas passaram algum tempo juntas.

O PÊNDULO

Objetivo:
Estabelecer um clima de confiança e segurança entre as pessoas. É mais apropriado para grupos que já estão convivendo há algum tempo, onde já existe um certo grau de afinidade e empatia.
Como Fazer:
1. Pedir que as pessoas caminhem, devagar, passando umas pelas outras, olhando-se.
2. Formar subgrupos de três participantes.
3. Dois devem ficar em pé, frente a frente e o terceiro ficará entre os dois (de frente para um e de costas para o outro).
4. O do meio deve ficar bem ereto, pernas juntas, braços esticados e colados às pernas.
5. Os outros dois devem se posicionar com uma das pernas um pouco atrás, bem firmes, e as mãos espalmadas, em posição de apoio.
6. O do meio deve, de olhos fechados (preferencialmente), jogar o corpo inteiro - não flexionar apenas da cintura para cima, é o corpo inteiro mesmo! - para frente e para trás, formando um pêndulo.
7. Depois de alguns minutos, revezar, até que os três tenham participado do exercício.
Variação da Dinâmica:
Os mesmos procedimentos podem ser aplicados para subgrupos maiores (entre cinco e sete participantes). Desse modo, a pessoa que estiver no centro deve pender para todos os lados, suavemente.
Conclusão:
- Como foi estar no meio?
- Você teve medo?
- Confiou plenamente?
- Acreditou que poderia cair?
- O riso (se tiver acontecido) dos que estavam segurando lhe deixou inseguro?
- Teve dificuldade de se entregar totalmente? Por quê?

II cronicas 7:14-16

se meu povo, que chama pelo meu nome se humilhar,e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos maus caminhos, entao eu ouvirei do ceu, e perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. agora estao abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos a oracao que se fizer neste lugar. pois agora escolhi e consagrei esta casa para que nela estejam meu nome para sempre, e nela estarão fixo os meus olhos e o meu coracao perpertualmente.

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