03 outubro 2011

Sapato apertado

Objetivo: compreender as nossas diferenças; coloca-se no lugar do outro.

Formar um círculo;
tirar os sapatos; trocar o sapato do pé direito com o colega do lado.
Calçar os sapatos trocados, olhar para os pés calçados, andar pela sala, ocupar todos os espaços da sala andando no ritmo da música (mais lenta, mais rápida, correndo...).
Retomar o lugar inicial, sentar e destrocar os sapatos.
Fazer com o grupo a descrição da dinâmica passo a passo.

Conversar com o grupo sobre os sentimentos provocados, relacionando-os com o passo a passo da dinâmica (ficar descalço, trocar os sapatos, calçar o sapato do outro, olhar para os pés, andar e correr com o sapato do outro...)
- O que nos provocou estranhamento? Por quê?
- O que significou andar com o sapato do outro? Foi fácil/difícil?
- Como podemos relacionar isso com a nossa vida; com a dificuldade de colocar-se no lugar do outro; com nossas exigências e nossos preconceitos?
- Se todos somos diferentes, por que temos tanta dificuldade de conviver com diferenças? 
 
 
Amor ou aparência?

Objetivo: focalizar a diferença que existe entre atitudes mecânicas e gestos carinhosos.

Material: papel e fita dupla face..

Desenvolvimento: conforme as pessoas forem chegando, recebem um papel para colar na testa, sem poder ler o que está escrito nele. Ao sinal, cada um começa a realizar o que está escrito na testa da pessoa que está em sua frente. Quando outro sinal for dado, cada pessoa tentará acertar o que está escrito na sua própria testa.

Sugestão de tarefas: aperte a minha mão; converse comigo; me conte um caso; preciso de um sorriso; preciso de um abraço; faça uma careta; me conte um segredo; me dê um beijo; me fale do amor. Em seguida organize a turma em círculo e comente sobre a questão das aparências.

Para refletir: às vezes, a pessoa age como máquina, repetindo gestos mecanicamente para agradar àqueles que estão ao redor, mas na verdade o sentimento não é sincero.
 
 
Pegar no pé

Brincadeira para realizar com namorados.
- As mulheres tiram seus sapatos e os colocam num canto da sala;
os homens em outro.
Misturam-se todos os sapatos femininos e também os masculinos,
de modo que os pares não fiquem juntos.

Em um círculo de cadeiras, sentam-se as mulheres.
À ordem do animador, os homens deverão encontrar os próprios sapatos e calçá-los. Depois, encontrar o par de sapatos da namorada e calçá-los nela.
Elas não podem dizer se o sapato que ele trouxer não for o dela.
O primeiro casal a calçar os sapatos certos ganha o direito a uma declaração de amor.

Finaliza a brincadeira com troca de abraço e beijo entre os namorados.
- Após este momento de descontração, convidar a formar grupos de dois casais para conversar sobre:
- como se conheceram;
- o que pensam ser importante no relacionamento a dois;
- dúvidas e alegrias que vivenciam etc. 
 
Ilhas em Alto Mar
Distribuir jornais pela sala (5 folhas) pedir para que os participantes caminhem sentindo o chão, o peso do corpo, observar as pessoas que se cruzam.

Imaginar que o grupo estava em um cruzeiro, aconteceu um acidente e o navio naufragou, as pessoas vão movimentando os braços como se tivessem nadando, colocar para o grupo que as águas são perigosas cheias de tubarões e os jornais são pequenas ilhas. Quando o instrutor gritar “Tubarão” todos sobem nas ilhas, os tubarões vão embora as pessoas voltam a nadar.

Repetir umas quatro vezes, e cada vez que repetir diminuir os jornais.
Em uma palavra cada pessoa dizer o que sentiu.

Fotografia

O instrutor divide a turma em grupos de no máximo dez pessoas, e dá um tema para cada grupo, desde que os outros não saibam (ex.: prostituição, violência, fome, alegria, namoro etc.). O grupo irá montar uma cena onde todos permanecem congelados. O instrutor orienta o grupo para que fiquem postos no lugar, bate palma e o grupo congela. Os demais grupos tentam descobrir a mensagem - ou tema. Fazer um debate sobre o que aprendemos com esta dinâmica.

Rótulos

O instrutor cola uma etiqueta em cada participante, sem que o participante veja o que está escrito nela. Movimentam-se pela sala, os participantes devem se tratar uns aos outros conforme o rótulo que virem na testa dos companheiros. Cada um deve tentar adivinhar que rótulo recebeu.

Depois de vinte minutos, o coordenador pede para cada um diga o rótulo que recebeu e porque sentiu isso. Deve-se conversar também sobre os efeitos que os rótulos provocaram nas pessoas, se gostam ou não de serem tratadas a partir de rótulos e comparar com o que acontece na vida real no cotidiano do grupo.

Sugestões de rótulos:

aprecie-me
ensine-me
tenha piedade de mim
aconselhe-me
respeite-me
ajude-me
rejeite-me
ignore-me
ria de mim
zombe de mimExercício pessoal de revisão de vida e de prática:

a) Recolha-se num lugar tranqüilo, onde você possa ficar em silêncio e confortável.

b) Retome a sua vida e procure refletir sobre ela a partir das seguintes questões:

Como vai a sua relação?

- consigo mesmo;
- com o grupo de jovens;
- no namoro;
- na família;
- com os(as) amigos(as);
- com os colegas de trabalho;
- com Deus.

c) Partilhar com seu grupo com os amigos como foi a experiência.
 

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II cronicas 7:14-16

se meu povo, que chama pelo meu nome se humilhar,e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos maus caminhos, entao eu ouvirei do ceu, e perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. agora estao abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos a oracao que se fizer neste lugar. pois agora escolhi e consagrei esta casa para que nela estejam meu nome para sempre, e nela estarão fixo os meus olhos e o meu coracao perpertualmente.

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